Licenciamento, resíduos, água, ar e passivo — a consultoria ambiental da Exato cobre a conformidade ambiental da sua planta com um só interlocutor técnico, do protocolo na CETESB à resposta de exigência.
A conformidade ambiental de uma indústria não cabe num serviço só. Uma mesma planta responde à CETESB pela licença de operação, ao IBAMA quando a atividade é federal, ao DAEE ou à ANA pela outorga de captação e lançamento, e ainda precisa de PGRS, CADRI, inventário de emissões e registro de resíduos — cada um com seu prazo, seu formulário e seu histórico de exigências.
É por isso que a Exato reúne os 16 serviços abaixo em uma única frente: quem escreve o escopo técnico é quem lê a exigência que volta do órgão, e quem lê a exigência é quem conhece o processo desde o protocolo. Contrate um serviço isolado ou o acompanhamento contínuo da rotina ambiental da planta — o interlocutor é o mesmo.
Paulo Cassim é Especialista em Engenharia Ambiental (UNICAMP, com anotação no CREA-SP) e teve passagem pela CETESB — 30 anos de EHS dentro de multinacionais, dos dois lados do balcão.
Os 16 serviços de consultoria ambiental
Cada serviço abaixo pode ser contratado isoladamente ou dentro de um contrato contínuo de consultoria ambiental.
Licenciamento ambiental (LP, LI e LO)
CETESB · LP / LI / LO
Solicitação e acompanhamento das licenças Prévia, de Instalação e de Operação junto à CETESB e demais órgãos — incluindo a resposta às exigências técnicas, que é onde o processo costuma travar.
✓EnquadramentoQual licença o empreendimento precisa, em que órgão e sob qual exigência documental.
✓Instrução e protocoloMontagem do processo com a documentação técnica que a análise vai pedir.
✓Resposta a exigênciasRelatório de atendimento às exigências técnicas, ponto a ponto, no formato do órgão.
✓RenovaçãoControle de prazo e pedido de renovação da LO antes do vencimento.
✓CondicionantesLeitura e acompanhamento do que a licença obriga a fazer depois de emitida.
✓Representação técnicaInterlocução com o órgão mediante procuração, presencial ou por sistema.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
O licenciamento ambiental acompanha o ciclo do empreendimento: Licença Prévia na concepção, Licença de Instalação para construir e Licença de Operação para funcionar — cada uma com prazo, condicionantes e renovação. Em São Paulo o órgão é a CETESB; conforme o porte e a atividade, entram também IBAMA, ANA e DAEE.
Quem já viveu isso sabe que o gargalo raramente é o protocolo: é a exigência técnica que volta, o documento que não convence e o prazo que corre enquanto a resposta é montada. A Exato instrui o processo, responde exigência e acompanha até a decisão — com a vantagem de quem já trabalhou dentro da CETESB e conhece a lógica de análise.
Qual licença a minha empresa precisa?
Depende da atividade, do porte e do potencial poluidor — e, em muitos casos, de detalhes de processo que só aparecem numa conversa. O enquadramento é o primeiro serviço, e é rápido: descreva a operação que a Exato aponta o caminho.
A licença de operação venceu. E agora?
A renovação precisa ser pedida antes do vencimento; pedida em atraso, a situação muda de figura. O que não se deve fazer é esperar — quanto mais tempo operando com licença vencida, maior a exposição a auto de infração e a problema em auditoria de cliente.
A Exato faz estudo ambiental (EIA/RIMA, EAS)?
A Exato elabora o escopo técnico, indica o que o estudo precisa cobrir e avalia o trabalho entregue por laboratórios e consultorias especializadas. Estudos de grande porte são executados por equipe multidisciplinar contratada para o projeto.
Classificação, armazenamento, destinação e os documentos que provam tudo isso — PGRS, CADRI e SIGOR tratados como um sistema só, não como três burocracias separadas.
✓Inventário e classificaçãoLevantamento dos resíduos gerados e enquadramento conforme a norma aplicável.
✓PGRSElaboração e revisão do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.
✓CADRIInstrução do Certificado de Movimentação de Resíduos de Interesse Ambiental junto à CETESB.
✓SIGOR / MTROrganização da emissão e do controle dos manifestos de transporte de resíduos.
✓ArmazenamentoAdequação da área de resíduos: segregação, contenção, sinalização e acesso.
✓Auditoria de destinadoresVerificação de quem recebe o seu resíduo — licença válida e capacidade real.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Resíduo industrial gera três obrigações simultâneas: classificar corretamente, armazenar de forma adequada e destinar para quem pode receber — com rastreabilidade documental do berço ao destino. O PGRS descreve o sistema, o CADRI autoriza a destinação de resíduo perigoso e o SIGOR registra a movimentação no estado de São Paulo.
O erro caro raramente é o documento faltando: é a classificação errada logo no início, que contamina tudo que vem depois — do custo de destinação à exposição legal da empresa como geradora, que não termina no portão da fábrica.
O que é o CADRI e quando ele é exigido?
É o documento da CETESB que autoriza a movimentação de resíduos de interesse ambiental até um destino específico. Ele vincula gerador, resíduo e destinador — mudou o destinador, o documento precisa ser revisto.
A responsabilidade acaba quando o caminhão sai da fábrica?
Não. O gerador responde pela destinação adequada, o que torna a auditoria do destinador parte da gestão de resíduos e não um extra: licença vencida ou capacidade estourada do receptor vira problema do gerador.
Minha empresa já tem PGRS. Vale a pena revisar?
Vale quando o plano descreve uma planta que mudou — nova linha, novo resíduo, novo destinador — ou quando foi feito por modelo. PGRS que não bate com a área de resíduos real é achado garantido em auditoria.
Verificação local e documental com relatório objetivo: o que o ativo tem, o que ele deve e o que isso custa — antes de comprar, arrendar ou assumir a operação.
✓Verificação documentalLicenças, condicionantes, autos, processos, outorgas, CADRIs e histórico junto aos órgãos.
✓Inspeção localVisita técnica ao ativo: áreas de resíduo, efluentes, emissões, armazenagem e indícios de contaminação.
✓Histórico da áreaUsos anteriores e ocorrências que expliquem passivo herdado.
✓Matriz de riscosCada achado com consequência provável e ordem de grandeza do que custa resolver.
✓Relatório executivoDocumento direto, do jeito que a mesa de negociação lê — sem enrolação técnica.
✓Apoio na negociaçãoSuporte técnico na discussão de preço, garantia ou condição precedente.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Em compra de ativo industrial, terreno ou operação, o passivo ambiental vem junto — e quase nunca está declarado. Licença vencida, condicionante não cumprida, área com indício de contaminação, resíduo estocado sem destino, outorga de água inexistente: tudo isso vira responsabilidade do novo controlador, e o preço já foi pago.
A due diligence ambiental existe para transformar isso em número antes da assinatura. A Exato faz a verificação documental e vai ao local — porque o que está no arquivo e o que está no pátio raramente são a mesma coisa.
Quanto tempo leva uma due diligence ambiental?
Depende do porte do ativo e de quanto o vendedor disponibiliza de documentação. A Exato dá o prazo depois de saber o que existe — e avisa cedo quando falta informação essencial para uma conclusão honesta.
Dá para fazer só a análise documental?
Dá, e é mais barato — mas o relatório carrega uma ressalva importante: sem ir ao local não se enxerga armazenamento irregular, indício de vazamento nem obra não licenciada. É a diferença entre reduzir risco e ter a ilusão de tê-lo reduzido.
A Exato faz investigação de contaminação de solo?
A Exato elabora o escopo técnico da investigação e faz a análise crítica do resultado. A contratação e a execução das sondagens e das análises são de empresa especializada, contratada diretamente pelo cliente — e é bom que seja assim: quem confere o resultado não é quem o produz.
Avaliação in loco e documental da planta: onde a operação está fora da conformidade, o que é urgente, o que pode esperar — e o que ninguém tinha visto ainda.
✓Levantamento de requisitosQuais exigências legais e normativas se aplicam de fato a esta operação.
✓Inspeção da plantaPercurso técnico pelas áreas críticas, com registro fotográfico dos achados.
✓Análise documentalLicenças, condicionantes, laudos, contratos de destinação e registros de rotina.
✓Achados priorizadosClassificação por risco e por exposição legal, não uma lista plana de observações.
✓Plano de açãoO que fazer, em que ordem, com que responsável — em formato que a diretoria aprova.
✓ReavaliaçãoVerificação posterior do que foi efetivamente corrigido.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
É o diagnóstico que responde a uma pergunta simples e desconfortável: se a fiscalização chegasse amanhã, o que ela encontraria? A avaliação percorre a planta e o arquivo — licenças, condicionantes, resíduos, efluentes, emissões, água, produtos químicos, armazenagem — e devolve a lista do que está fora, com prioridade.
Serve para quem assumiu a área e precisa saber o que herdou, para quem vai receber auditoria de cliente ou certificadora, e para quem desconfia de que a conformidade está sendo mantida no improviso.
Qual a diferença entre avaliação e auditoria?
A avaliação é um diagnóstico técnico para uso interno, sem certificado nem selo. Auditoria segue protocolo e escopo formais, geralmente contra uma norma ou exigência de cliente. Muita empresa pede auditoria quando o que precisa é o diagnóstico.
A avaliação gera algum documento que possa ser usado contra a empresa?
O relatório é interno e da empresa. Do ponto de vista prático, é o oposto: conhecer o problema e ter um plano de ação em curso é a melhor posição diante de fiscalização — muito melhor do que ser surpreendido.
Quanto tempo dura a visita?
De um a alguns dias, conforme o tamanho da planta e o número de áreas críticas. A Exato informa a duração depois de entender a operação, e não cobra visita mais longa do que o necessário.
Investigação in loco, causa raiz e plano de ação — o que aconteceu, por que aconteceu e o que impede que aconteça de novo, com o documento que o órgão vai pedir.
✓Atendimento pós-eventoPreservação de evidência, coleta de dados e registro do cenário encontrado.
✓ReconstituiçãoLinha do tempo do evento com base em registros, entrevistas e inspeção física.
✓Análise de causa raizMétodo estruturado, indo além da causa imediata e da culpa individual.
✓Avaliação do danoExtensão do impacto e necessidade de investigação ou remediação complementar.
✓Plano de açãoMedidas corretivas com responsável e prazo, atacando causa e não sintoma.
✓Comunicação ao órgãoApoio no que precisa ser notificado, quando e em que formato.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Vazamento de tanque, derramamento em transferência, efluente fora de especificação, emissão descontrolada, produto químico atingindo drenagem: depois do atendimento emergencial vêm as duas perguntas que decidem o custo real do evento — o que causou e o que a empresa fez a respeito.
Investigação feita às pressas costuma parar na primeira resposta fácil ("falha do operador") e não impede a repetição. A Exato investiga com método, separa causa imediata de causa raiz e entrega um plano de ação que se sustenta diante do órgão, do cliente e da auditoria.
Preciso comunicar o acidente ao órgão ambiental?
Em regra sim, e o prazo é curto — depende do tipo e da extensão do evento. É uma das primeiras coisas a definir depois do atendimento emergencial, e a Exato apoia essa decisão.
Quando a investigação deve começar?
O quanto antes. Evidência desaparece rápido: o pátio é lavado, o tanque é reparado, a memória dos envolvidos muda. Chamar depois de tudo normalizado limita muito o que a investigação consegue concluir.
A investigação aponta culpados?
Não é esse o objetivo. Investigação que termina em nome de pessoa costuma parar antes da causa real e não impede a repetição. O produto é a falha do sistema — procedimento, projeto, manutenção, treinamento ou gestão.
Parâmetros, frequência de monitoramento e alinhamento prévio com o órgão — para que o resultado da amostragem não vire exigência técnica.
✓Inventário de fontesLevantamento das fontes fixas e do que cada uma exige em termos de monitoramento.
✓Parâmetros e frequênciaDefinição do plano de monitoramento conforme licença, norma e realidade do processo.
✓Escopo de amostragemEspecificação técnica para o cliente contratar o laboratório sem contratar de menos nem de mais.
✓Análise crítica do laudoVerificação de método, representatividade e validade antes de o resultado virar documento oficial.
✓Atendimento ao órgãoResposta a exigências e alinhamento prévio de critério com a CETESB.
✓Plano de adequaçãoQuando o resultado extrapola: o que fazer, em que ordem e com que prioridade.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Caldeira, forno, secador, sistema de exaustão: fontes fixas de emissão têm parâmetros a monitorar, limites a respeitar e periodicidade a cumprir — normalmente escritos nas condicionantes da licença de operação. O que trava é a distância entre o que a licença exige e o que a empresa efetivamente mede.
A Exato define o que monitorar e com que frequência, escreve o escopo da amostragem, avalia criticamente o laudo que o laboratório devolve e trata o resultado com o órgão. Laudo que chega e vai direto para a pasta não é gestão de emissões — é arquivo.
Quem define os parâmetros que devo monitorar?
Vêm da legislação aplicável e das condicionantes da sua licença, ajustados ao processo real. Monitorar menos gera exigência; monitorar tudo o que existe gera custo sem retorno — o serviço é acertar esse ponto.
A Exato faz a amostragem?
Não. A amostragem e a análise são executadas por laboratório especializado, contratado diretamente pelo cliente. A Exato escreve o escopo e faz a análise crítica do laudo — separação que interessa à empresa, porque quem confere não é quem mede.
O resultado ficou acima do limite. E agora?
Primeiro se verifica a validade do laudo: condição de operação durante a coleta, método e representatividade. Confirmado o excedente, o caminho é plano de adequação com prazo — apresentado por iniciativa da empresa, não depois da autuação.
Procedimentos, parâmetros e treinamento para captação, uso e lançamento — com a regularidade documental junto à ANA e ao DAEE.
✓Diagnóstico de usosMapeamento de captações, poços, lançamentos e da situação de outorga de cada um.
✓Outorga e renovaçãoInstrução do pedido junto à ANA/DAEE e controle dos prazos de renovação.
✓Plano de monitoramentoParâmetros, pontos de coleta e frequência conforme a exigência aplicável.
✓Procedimento de coletaComo coletar, preservar e transportar a amostra sem invalidar o resultado.
✓Treinamento da equipeFormação de quem coleta na planta — é onde o monitoramento mais se perde.
✓Análise crítica dos laudosLeitura técnica do resultado e tratativa quando o parâmetro extrapola.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Poço, captação superficial, lançamento de efluente tratado, água de processo: o uso de recurso hídrico depende de outorga e vem acompanhado de obrigações de monitoramento — vazão, parâmetros de qualidade, periodicidade e registro. A ANA e, em São Paulo, o DAEE são os interlocutores; a CETESB entra pelo lado do efluente.
Duas falhas se repetem: poço perfurado sem outorga (frequente em planta antiga, e o problema não prescreve sozinho) e coleta feita fora de procedimento, o que invalida um monitoramento inteiro que foi pago corretamente.
Preciso de outorga para um poço que já existia?
A obrigação de regularizar não desaparece com o tempo, e poço sem outorga costuma aparecer em due diligence, em auditoria de cliente e em renovação de licença. Quanto antes for tratado, mais barato sai.
Quem pode coletar a amostra?
Equipe treinada, seguindo procedimento escrito — ou o próprio laboratório. Coleta feita no improviso (frasco errado, sem preservação, fora do ponto definido) invalida o laudo, e o custo é pago duas vezes.
A Exato faz as análises laboratoriais?
Não. A análise é de laboratório acreditado; a Exato define o escopo, treina quem coleta e avalia criticamente o resultado — inclusive quando o laudo tem problema de método.
Verificação da validade das análises contratadas e proposta de adequação — o laudo mede o que precisava ser medido, do jeito certo?
✓Adequação do escopoSe o que foi analisado é o que a licença, a norma ou a situação exigiam.
✓Método analíticoSe o método usado é aplicável ao parâmetro e à matriz.
✓Limite de quantificaçãoSe o laboratório consegue enxergar abaixo do valor de referência aplicável.
✓RepresentatividadePonto, momento e condição de coleta — o que a amostra de fato representa.
✓Cadeia de custódiaPreservação, prazo e transporte que sustentam a validade do resultado.
✓Proposta de adequaçãoO que refazer, o que renegociar com o laboratório e o que já serve como está.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
A empresa contrata o laboratório, recebe o laudo, arquiva — e assume que está protegida. Nem sempre está. Método inadequado ao parâmetro, ponto de coleta não representativo, limite de quantificação acima do valor de referência, amostra mal preservada, escopo que não cobria o que a licença exige: são falhas que só aparecem quando alguém lê o laudo tecnicamente, e normalmente ninguém lê.
Essa avaliação também protege contra o inverso — pagar por um pacote de análises muito maior do que a exigência real. Nos dois casos o dinheiro já foi gasto; a diferença é descobrir agora ou na exigência técnica.
O laboratório é acreditado. Ainda assim preciso avaliar o laudo?
A acreditação garante competência para o método executado — não garante que o método certo foi contratado, nem que o ponto de coleta representa o que interessa. A maior parte das falhas está na definição do escopo, antes do laboratório entrar.
Dá para avaliar laudos antigos?
Dá, e costuma ser útil antes de auditoria, due diligence ou renovação de licença — momentos em que laudo frágil vira exigência. Também evita repetir por anos uma análise que nunca serviu.
Esse serviço substitui o laboratório?
Não. É o contraponto técnico de quem contrata: quem mede não deve ser quem confere. A Exato não executa análise, então não tem interesse no volume contratado.
Especificação técnica para contratar investigação de contaminação e análises laboratoriais — o documento que faz propostas diferentes virarem comparáveis.
✓Definição do objetivoO que precisa ser respondido pela investigação — e o que não precisa.
✓Especificação técnicaMalha amostral, profundidades, matrizes, parâmetros e métodos exigidos.
✓Requisitos do fornecedorQualificação, acreditação e evidências que a proposta precisa comprovar.
✓Produto finalFormato do relatório, dos dados brutos e do que o órgão vai receber.
✓Apoio na comparaçãoLeitura técnica das propostas recebidas, lado a lado, com o que cada uma omite.
✓Conferência da entregaAnálise crítica do relatório recebido contra o que o escopo especificou.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Quando a empresa pede orçamento de investigação de contaminação sem escopo escrito, recebe três propostas incomparáveis: número de sondagens diferente, parâmetros diferentes, profundidade diferente, produto final diferente. Compras escolhe a mais barata — que costuma ser a que fez menos — e a diferença aparece meses depois, quando o órgão pede o que não foi feito.
O escopo técnico resolve isso antes: define o que precisa ser executado, sob qual método e com que entrega, para que a disputa entre fornecedores seja de preço e prazo, não de conteúdo.
Por que não pedir para o próprio fornecedor definir o escopo?
Porque quem define o escopo define o próprio preço e o próprio critério de sucesso. Não é desconfiança: é separação de papéis, a mesma lógica de projeto e obra.
Isso não encarece o processo?
Em geral reduz. O escopo evita tanto contratar de menos — e ter de refazer — quanto contratar de mais, e torna as propostas comparáveis, o que costuma derrubar preço sozinho.
A Exato acompanha a execução em campo?
Não. A execução é do fornecedor contratado pelo cliente. O que a Exato faz é a conferência da entrega: ler o relatório recebido contra o escopo especificado e apontar o que ficou de fora — sondagem mais rasa que a exigida ou amostra fora do ponto não aparecem sozinhas no relatório final.
Acompanhamento, verificação legal e representação da empresa nos comitês — onde a regra sobre a água da sua região é discutida antes de virar exigência.
✓Monitoramento de pautaAcompanhamento das reuniões, deliberações e consultas públicas que afetam a sua operação.
✓Leitura de impactoO que cada deliberação significa em custo, prazo e obrigação para a sua planta.
✓RepresentaçãoPresença técnica da empresa nas reuniões, mediante procuração.
✓Posicionamento técnicoElaboração de manifestação fundamentada nas consultas de interesse do setor.
✓Articulação setorialAlinhamento com outras empresas e associações da mesma bacia.
✓Relato internoResumo objetivo do que foi decidido e do que exige ação da empresa.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Cobrança pelo uso da água, enquadramento de corpos d'água, prioridade de outorga, plano de bacia: decisões que afetam diretamente o custo e a viabilidade de uma operação industrial são tomadas nos Comitês de Bacias Hidrográficas — em reuniões públicas, com pauta divulgada, quase sempre sem ninguém da indústria presente.
Quem acompanha enxerga a mudança com meses de antecedência e participa da discussão. Quem não acompanha recebe a regra pronta.
Minha empresa precisa participar de comitê de bacia?
Não é obrigatório. É estratégico para quem capta volume relevante ou lança efluente: a cobrança pelo uso da água e as prioridades de outorga são definidas nesse fórum, e a indústria costuma estar sub-representada.
O que a empresa ganha com isso?
Antecipação e voz. Saber que a cobrança vai mudar antes de ela mudar permite planejar investimento; participar da discussão permite que a realidade industrial entre no debate em vez de ser lembrada depois.
A Exato representa a empresa nas reuniões?
Sim, mediante procuração, com relato interno do que foi decidido e do que exige ação. A posição defendida é sempre a da empresa, alinhada previamente.
Da abertura do processo de licenciamento à rotina de conformidade — um único ponto técnico acompanhando a parte ambiental da sua operação, em vez de contratar um fornecedor diferente para cada exigência.
✓Licenciamento ambientalLP, LI e LO junto à CETESB e demais órgãos, incluindo resposta a exigências técnicas.
✓Gestão de resíduos sólidosPGRS, CADRI e SIGOR/MTR tratados como sistema, não como três burocracias separadas.
✓Auditoria ambientalDiagnóstico de conformidade legal com achados priorizados.
✓Due diligence ambientalVerificação documental e local para compra, venda ou arrendamento de ativo.
✓Elaboração de normas e procedimentosPolíticas e procedimentos ambientais internos escritos para a operação real.
✓Atendimento contínuoAcompanhamento de condicionantes, prazos de renovação e exigências ao longo do ano.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
A parte ambiental de uma operação industrial raramente é um projeto único: é licenciamento, depois renovação, depois resíduo, depois uma exigência nova, depois uma auditoria de cliente pedindo evidência de tudo isso junto. Trocar de fornecedor a cada demanda perde o histórico e obriga a reexplicar a planta do zero toda vez.
A Exato atua como consultoria ambiental de referência da empresa: um único responsável técnico acompanha o conjunto — licenciamento, resíduos, auditoria, due diligence — com o histórico da planta registrado, em vez de fragmentado entre fornecedores diferentes.
Minha empresa já tem um serviço específico em andamento. Dá para contratar só isso?
Sim. Cada frente — licenciamento, resíduos, auditoria, due diligence — também é contratada isoladamente. Esta página reúne o conjunto para quem procura um ponto técnico único para a parte ambiental da operação.
A consultoria substitui o profissional interno de meio ambiente?
Depende do porte da operação. Para muitas empresas, a consultoria externa é o próprio arranjo — sem custo de folha de um cargo em tempo integral. Para outras, atua em conjunto com o time interno, assumindo o que exige responsabilidade técnica registrada.
Como funciona o primeiro contato?
Descrição da operação e do que já está encaminhado ou pendente. A partir disso a Exato aponta por onde começar — sem depender de já ter um processo aberto.
Verificação da situação real de uma licença já emitida — válida, vencida ou com condicionante pendente — e o caminho técnico para regularizar antes que o órgão identifique primeiro.
✓Consulta de situaçãoVerificação do status real do processo e da licença junto à CETESB.
✓Leitura de condicionantesO que a licença emitida obriga a fazer, e o que ainda está em aberto.
✓Diagnóstico de pendênciasLevantamento do que falta para a situação ficar regular.
✓Plano de regularizaçãoSequência técnica para resolver renovação em atraso ou condicionante pendente.
✓Resposta a exigênciasElaboração da resposta técnica quando o órgão já formalizou cobrança.
✓Acompanhamento até a decisãoInterlocução com a CETESB até a situação ser normalizada.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
É comum uma empresa não saber com precisão a situação real da própria licença: se está vigente, se alguma condicionante ficou pendente, se o prazo de renovação já está correndo. O número do processo existe, mas ninguém confere o status há tempo — e a fiscalização, quando chega, não avisa antes.
A Exato consulta a situação do processo junto à CETESB, lê o que a licença exige e monta o caminho técnico de regularização quando há pendência — renovação em atraso, condicionante não cumprida ou documentação desatualizada.
Como saber se minha licença está vencida?
A Exato consulta a situação diretamente junto à CETESB a partir dos dados da empresa ou do número do processo, sem depender de a empresa já ter essa informação em mãos.
Operar com licença vencida é grave?
Expõe a empresa a auto de infração e compromete auditorias de cliente e certificações. Quanto mais tempo nessa situação, maior a exposição — regularizar antes da fiscalização chegar é sempre a posição mais segura.
Regularizar é o mesmo processo de pedir uma licença nova?
Não necessariamente. Depende do que está pendente: pode ser só uma renovação em atraso, resposta a uma condicionante específica, ou, em casos mais graves, reabertura do processo. O diagnóstico inicial aponta qual caminho se aplica.
Diagnóstico de conformidade legal da operação — o que está fora, o que é urgente e o que pode esperar — antes que a fiscalização faça essa lista primeiro.
✓Verificação documentalLicenças, condicionantes, outorgas, CADRIs e histórico junto aos órgãos.
✓Inspeção em campoResíduos, efluentes, emissões e armazenamento comparados ao que a documentação descreve.
✓Matriz de achadosCada não conformidade classificada por gravidade e urgência de correção.
✓Plano de ação priorizadoSequência do que resolver primeiro, com responsável e prazo sugerido.
✓Relatório técnicoDocumento objetivo, pronto para apresentar à liderança ou a um cliente auditor.
✓Apoio na correçãoAcompanhamento técnico da implementação dos achados prioritários.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
A auditoria ambiental responde a uma pergunta direta: se o órgão fiscalizador chegasse amanhã, o que ele encontraria fora de conformidade? Cobre licenças, condicionantes, resíduos, emissões, efluentes e documentação — comparando o que está no papel com o que está na planta.
Serve tanto para quem assumiu a operação e precisa saber o que herdou, quanto para quem vai receber auditoria de cliente ou certificadora e quer se antecipar aos achados.
A auditoria ambiental é obrigatória?
Depende do porte e da atividade — algumas empresas têm auditoria ambiental compulsória prevista em lei estadual. Mesmo quando não é obrigatória, funciona como diagnóstico preventivo antes de uma fiscalização ou auditoria de cliente.
Qual a diferença entre auditoria e due diligence ambiental?
A auditoria avalia a conformidade da operação atual da própria empresa. A due diligence avalia um ativo de terceiro antes de uma compra, venda ou arrendamento — o foco muda de gestão contínua para decisão pontual.
A Exato entrega laudo para apresentar a certificadora ou cliente?
Sim, o relatório final é estruturado para ser apresentado a terceiros — certificadora, matriz ou cliente auditor — com os achados e o plano de ação priorizado.
Licenciamento junto ao IBAMA para atividades de impacto interestadual ou de competência federal — um órgão diferente, um rito diferente do licenciamento estadual na CETESB.
✓Enquadramento de competênciaVerificação se a atividade é de licenciamento estadual ou federal (IBAMA).
✓Instrução do processoMontagem da documentação técnica exigida pelo IBAMA para o tipo de empreendimento.
✓Resposta a exigências técnicasElaboração da resposta ponto a ponto às exigências formuladas pelo órgão.
✓Acompanhamento do processoInterlocução com o IBAMA até a decisão sobre a licença.
✓Condicionantes federaisLeitura e acompanhamento do que a licença emitida obriga a cumprir.
✓Representação técnicaInterlocução com o órgão mediante procuração, presencial ou por sistema.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Nem todo licenciamento é estadual. Atividades com impacto ambiental que ultrapassa os limites de um estado, ou enquadradas em rol de competência federal, são licenciadas pelo IBAMA — com rito, documentação e prazos próprios, diferentes dos da CETESB.
Para uma empresa com operação em mais de um estado — caso comum entre os clientes da Exato em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais — identificar corretamente se o licenciamento é estadual ou federal é o primeiro passo, e errar esse enquadramento atrasa o processo inteiro.
Como saber se minha empresa precisa licenciar no IBAMA ou na CETESB?
Depende do tipo de atividade, do porte e da abrangência do impacto. O enquadramento é o primeiro serviço prestado, e costuma ser rápido: descreva a operação que a Exato aponta o órgão competente.
A empresa pode ter operações licenciadas nos dois órgãos ao mesmo tempo?
Sim. É comum um grupo industrial ter uma planta licenciada na CETESB e outra atividade, dentro do mesmo grupo, licenciada no IBAMA — depende do enquadramento de cada atividade específica.
A Exato atende empresas fora de São Paulo para licenciamento federal?
Sim. Por ser licenciamento federal, o órgão é o mesmo em todo o território nacional — a atuação da Exato cobre SP, MS e MG.
Estrutura formal de gestão ambiental — quem decide, quem responde, como se documenta — para empresas que precisam demonstrar governança a investidor, matriz ou cliente auditor.
✓Diagnóstico de maturidadeComo a gestão ambiental funciona hoje, formal ou informalmente.
✓Estrutura de papéis e responsabilidadesQuem decide e quem responde tecnicamente por cada frente ambiental.
✓Indicadores de gestão ambientalMétricas que a liderança acompanha, além do cumprimento pontual de exigência.
✓Organização documentalLicenças, condicionantes, planos e registros centralizados e rastreáveis.
✓Preparação para auditoria de terceirosEstrutura pronta para responder a matriz, investidor ou cliente auditor.
✓Acompanhamento contínuoManutenção da estrutura de governança ao longo do tempo, não só na implantação.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Conformidade ambiental pontual — uma licença aqui, um plano ali — é diferente de governança ambiental: a estrutura formal que define quem decide, quem responde tecnicamente, como as informações são documentadas e como a empresa demonstra isso para quem cobra evidência — matriz, investidor, cliente auditor ou certificadora.
A Exato apoia a estruturação dessa governança: papéis e responsabilidades definidos, indicadores de gestão ambiental acompanhados e documentação organizada para responder a uma auditoria de terceiros sem precisar montar tudo às pressas.
Governança ambiental é o mesmo que ESG?
Governança ambiental é a parte ambiental da governança de uma empresa — um dos pilares que compõem uma agenda ESG mais ampla, que também cobre aspectos sociais e de governança corporativa em geral.
Minha empresa é pequena. Faz sentido estruturar governança ambiental?
Faz, na medida do porte: mesmo uma estrutura simples — responsável definido, documentação organizada, indicadores básicos — evita que a conformidade dependa da memória de uma pessoa só.
Isso substitui o licenciamento e a auditoria ambiental?
Não. Governança é a estrutura que sustenta essas frentes ao longo do tempo — o licenciamento e a auditoria continuam sendo serviços específicos, executados dentro dessa estrutura.
Encerramento de atividade ou desativação de planta com passivo ambiental identificado e tratado — antes que ele apareça como problema do novo proprietário ou do poder público.
✓Levantamento de passivoResíduos, produtos químicos, tanques e indícios de contaminação remanescentes.
✓Plano de desmobilizaçãoSequência técnica do que fazer antes do encerramento formal da atividade.
✓Destinação final de resíduosEncaminhamento correto do que resta na área, com documentação rastreável.
✓Encerramento de licençasComunicação formal aos órgãos ambientais sobre a desativação da atividade.
✓Avaliação de áreaVerificação de indício de contaminação do solo antes da entrega ou venda do imóvel.
✓Relatório de encerramentoDocumento que evidencia a regularização, útil para negociação futura da área.
Quando sua empresa precisa disso & dúvidas frequentes
Encerrar uma atividade industrial ou desativar uma planta não termina no último dia de operação: resíduo estocado, tanque a esvaziar, área a avaliar quanto a indício de contaminação e licença a encerrar formalmente continuam sendo responsabilidade da empresa até serem tratados — e esse passivo não desaparece sozinho.
A Exato elabora o plano técnico de desmobilização — o que precisa ser levantado, destinado e regularizado antes do encerramento formal — para que a desativação não deixe passivo em aberto para o poder público ou para quem assumir a área depois.
A responsabilidade ambiental acaba quando a empresa fecha?
Não necessariamente. Passivo não tratado antes do encerramento pode ser cobrado do responsável original mesmo depois — regularizar antes de desativar é o que encerra essa exposição de fato.
A Exato faz a investigação de contaminação do solo na desmobilização?
A Exato elabora o escopo técnico da investigação e faz a análise crítica do resultado. A execução das sondagens e análises é de empresa especializada, contratada diretamente pelo cliente.
Isso serve para vender o imóvel depois?
Sim. Uma área com passivo identificado e tratado, com relatório de encerramento documentado, negocia em condição bem diferente de uma área com histórico industrial não avaliado.
Três formatos, conforme o tamanho da operação e o que já está resolvido internamente.
Por horaPara dúvida pontual, leitura de exigência técnica ou revisão de documento.
Por projetoEscopo fechado: um licenciamento, um plano, uma avaliação, um relatório.
Contrato contínuoAcompanhamento da rotina ambiental da planta e dos prazos de renovação.
Dúvidas frequentes
O que faz uma consultoria ambiental?
Uma consultoria ambiental cuida da conformidade da empresa perante os órgãos ambientais: obtenção e renovação de licenças, resposta a exigências técnicas, planos e programas obrigatórios (resíduos, emissões, efluentes), auditorias e avaliação de passivo. Na Exato, os 16 serviços listados nesta página são executados pelo mesmo responsável técnico, sem repassar o cliente entre equipes.
A consultoria ambiental executa coleta, análise e sondagem?
Não. A Exato escreve o escopo técnico e faz a análise crítica do resultado. A contratação do laboratório, da empresa de sondagem ou do fornecedor de campo é feita diretamente pelo cliente — o que preserva a independência de quem avalia o resultado.
Dá para contratar só um serviço ambiental, sem contrato contínuo?
Sim. Os três formatos são por hora, por projeto ou em contrato contínuo. Um licenciamento, uma auditoria ou a leitura de uma exigência técnica podem ser contratados isoladamente.
A Exato atende fora de São Paulo?
Sim. O atendimento é em todo o Brasil, com atuação principal em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Como se contrata?
Por hora, por projeto ou em contrato contínuo. Para contratar, basta procurar a Exato pelo celular — o mesmo número atende WhatsApp e ligação.
Para contratar uma consultoria ambiental, é só chamar
Descreva o cenário da sua operação. O mesmo número atende WhatsApp e ligação.