{"id":51,"date":"2026-08-24T20:50:20","date_gmt":"2026-08-24T23:50:20","guid":{"rendered":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/?p=51"},"modified":"2026-08-25T12:30:31","modified_gmt":"2026-08-25T15:30:31","slug":"treinamento-nr-35","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/treinamento-nr-35\/","title":{"rendered":"Treinamento NR-35: carga hor\u00e1ria, validade, quem pode ministrar e certificado"},"content":{"rendered":"<p>O treinamento de NR-35 \u00e9 o item mais cobrado em fiscaliza\u00e7\u00e3o de trabalho em altura e, ao mesmo tempo, o mais cercado de informa\u00e7\u00e3o desatualizada. Boa parte do que circula sobre carga hor\u00e1ria, validade de certificado, formato do curso e qualifica\u00e7\u00e3o do instrutor foi escrita antes das duas \u00faltimas atualiza\u00e7\u00f5es da norma \u2014 e passou a estar errada.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a mais recente \u00e9 tamb\u00e9m a mais disruptiva: desde a\u00a0<strong>Portaria MTE n\u00ba 1.259, de 15 de julho de 2026<\/strong>, os treinamentos previstos na NR-35 devem ser realizados exclusivamente na modalidade presencial. Programas montados sobre plataformas de ensino a dist\u00e2ncia, com m\u00f3dulo te\u00f3rico on-line e pr\u00e1tica presencial, deixaram de atender \u00e0 norma.<\/p>\n<p>Este guia consolida o que a legisla\u00e7\u00e3o vigente exige do treinamento de trabalho em altura: quem precisa fazer, carga hor\u00e1ria, conte\u00fado, periodicidade, requisitos de quem ministra, o que deve constar no certificado e como comprovar profici\u00eancia em auditoria.<\/p>\n<h2>Quem precisa de treinamento de NR-35<\/h2>\n<p>A regra do item 35.4.1 \u00e9 clara:\u00a0<strong>todo trabalho em altura deve ser realizado por trabalhador formalmente autorizado pela organiza\u00e7\u00e3o<\/strong>. E trabalhador autorizado, pelo item 35.4.1.1, \u00e9 aquele capacitado cujo estado de sa\u00fade foi avaliado e considerado apto.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica industrial, isso alcan\u00e7a:<\/p>\n<ul>\n<li>Executantes de manuten\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica, el\u00e9trica, de instrumenta\u00e7\u00e3o e de refrat\u00e1rios que atuam em estruturas elevadas, plataformas, silos, torres, chamin\u00e9s, correias e pontes rolantes.<\/li>\n<li>Equipes de limpeza t\u00e9cnica, pintura, isolamento t\u00e9rmico e inspe\u00e7\u00e3o que acessam coberturas e estruturas.<\/li>\n<li>Operadores que sobem em topo de tanque, caminh\u00e3o-tanque, vag\u00e3o ou carreta para amostragem, medi\u00e7\u00e3o ou conex\u00e3o de mangotes.<\/li>\n<li>Montadores de andaime, operadores de plataforma elevat\u00f3ria e profissionais de acesso por cordas.<\/li>\n<li>Trabalhadores que descem em po\u00e7os, valas e fossos com mais de 2 metros de profundidade.<\/li>\n<li>Supervisores, l\u00edderes de equipe e t\u00e9cnicos de seguran\u00e7a que permanecem em \u00e1rea com risco de queda durante a atividade \u2014 presen\u00e7a em campo exige autoriza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o apenas coordena\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Trabalhadores de empresas contratadas<\/strong>. O item 35.3.1 &#8220;f&#8221; obriga a contratante a acompanhar o cumprimento das medidas de preven\u00e7\u00e3o pelas prestadoras de servi\u00e7o \u2014 o que inclui verificar a capacita\u00e7\u00e3o antes de liberar o acesso.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Um ponto que gera d\u00favida:\u00a0<strong>a autoriza\u00e7\u00e3o tem abrang\u00eancia<\/strong>. O item 35.4.1.3.1 exige que a organiza\u00e7\u00e3o mantenha sistema de identifica\u00e7\u00e3o que permita conhecer, a qualquer tempo, o alcance da autoriza\u00e7\u00e3o de cada trabalhador. Algu\u00e9m capacitado para acesso a plataformas fixas n\u00e3o est\u00e1 automaticamente autorizado a executar acesso por cordas ou a trabalhar sobre cobertura fr\u00e1gil. A autoriza\u00e7\u00e3o precisa considerar as atividades que ser\u00e3o desenvolvidas, a capacita\u00e7\u00e3o recebida e a aptid\u00e3o cl\u00ednica (item 35.4.1.2).<\/p>\n<h2>Carga hor\u00e1ria do treinamento de NR-35<\/h2>\n<p>A norma estabelece dois n\u00fameros, e apenas dois:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Treinamento inicial: m\u00ednimo de 8 horas<\/strong>, te\u00f3rico e pr\u00e1tico, realizado\u00a0<em>antes<\/em>\u00a0de o trabalhador iniciar a atividade (item 35.4.2.1).<\/li>\n<li><strong>Treinamento peri\u00f3dico: a cada dois anos, m\u00ednimo de 8 horas<\/strong>, com conte\u00fado program\u00e1tico definido pelo empregador (item 35.4.2.2).<\/li>\n<\/ul>\n<p>H\u00e1 um terceiro tipo, o\u00a0<strong>treinamento eventual<\/strong>, previsto na NR-01. Sua carga hor\u00e1ria, prazo e conte\u00fado devem atender \u00e0 situa\u00e7\u00e3o que o motivou \u2014 n\u00e3o h\u00e1 n\u00famero fixo.<\/p>\n<h3>Os n\u00fameros que a NR-35 n\u00e3o estabelece<\/h3>\n<p>Tr\u00eas cargas hor\u00e1rias circulam no mercado como se fossem exig\u00eancia da norma. Nenhuma delas \u00e9.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>&#8220;Curso de supervisor de trabalho em altura de 40 horas&#8221;.<\/strong>\u00a0A NR-35 n\u00e3o cria a figura de um curso de supervisor com carga hor\u00e1ria pr\u00f3pria. Ela define supervis\u00e3o no gloss\u00e1rio como o ato de promover orienta\u00e7\u00f5es \u2014 presencial, semipresencial ou remota \u2014 para a realiza\u00e7\u00e3o segura do trabalho, e exige, no item 35.5.3, que a forma de supervis\u00e3o seja definida pela an\u00e1lise de risco. As 40 horas que se atribuem \u00e0 NR-35 s\u00e3o, na verdade, do\u00a0<strong>Supervisor de Entrada em espa\u00e7o confinado, exigidas pela NR-33<\/strong>. Cursos de 40 horas para altura existem e podem ser \u00fateis, mas s\u00e3o oferta de mercado, n\u00e3o requisito legal.<\/li>\n<li><strong>&#8220;Divis\u00e3o obrigat\u00f3ria de 4 horas te\u00f3ricas e 4 horas pr\u00e1ticas&#8221;.<\/strong>\u00a0A norma exige treinamento te\u00f3rico e pr\u00e1tico, mas n\u00e3o fixa a propor\u00e7\u00e3o. Quem define a divis\u00e3o \u00e9 o respons\u00e1vel t\u00e9cnico, em fun\u00e7\u00e3o dos riscos reais da opera\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>&#8220;Curso de forma\u00e7\u00e3o de instrutor de NR-35&#8221;.<\/strong>\u00a0Tratado adiante \u2014 o gloss\u00e1rio da norma afasta expressamente essa exig\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Conte\u00fado program\u00e1tico m\u00ednimo<\/h3>\n<p>O item 35.4.2.1 lista sete conte\u00fados obrigat\u00f3rios do treinamento inicial:<\/p>\n<ul>\n<li>normas e regulamentos aplic\u00e1veis ao trabalho em altura;<\/li>\n<li>An\u00e1lise de Risco e condi\u00e7\u00f5es impeditivas;<\/li>\n<li>riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle;<\/li>\n<li>sistemas, equipamentos e procedimentos de prote\u00e7\u00e3o coletiva;<\/li>\n<li>EPI para trabalho em altura: sele\u00e7\u00e3o, inspe\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e limita\u00e7\u00e3o de uso;<\/li>\n<li>acidentes t\u00edpicos em trabalhos em altura;<\/li>\n<li>condutas em situa\u00e7\u00f5es de emerg\u00eancia, incluindo no\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas de t\u00e9cnicas de resgate e de primeiros socorros.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Esse \u00e9 o piso. Em planta industrial, o conte\u00fado eficaz vai al\u00e9m: incorpora os acessos reais da unidade, os sistemas de ancoragem existentes, os desvios historicamente observados e o Anexo III da NR-35, cuja aplica\u00e7\u00e3o a escadas de uso individual exige, desde 2026, que a capacita\u00e7\u00e3o inclua expressamente a utiliza\u00e7\u00e3o segura desse tipo de escada (item 4.2.1.1 do Anexo III). Treinamento gen\u00e9rico demais reduz ades\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica.<\/p>\n<h2>O treinamento de NR-35 agora \u00e9 obrigatoriamente presencial<\/h2>\n<p>O item\u00a0<strong>35.4.5<\/strong>, inserido pela Portaria MTE n\u00ba 1.259\/2026 e publicado no DOU de 16 de julho de 2026, determina: &#8220;Os treinamentos previstos nesta NR devem ser realizados na modalidade presencial.&#8221;<\/p>\n<p>A regra alcan\u00e7a os tr\u00eas tipos \u2014 inicial, peri\u00f3dico e eventual. Conte\u00fado digital continua podendo ser usado como material de apoio, mas n\u00e3o substitui a carga hor\u00e1ria obrigat\u00f3ria, que precisa ser cumprida com presen\u00e7a f\u00edsica do trabalhador e do instrutor. A portaria previu prazo de transi\u00e7\u00e3o de um ano, no seu art. 8\u00ba, para regularizar treinamentos h\u00edbridos j\u00e1 iniciados.<\/p>\n<p>Duas consequ\u00eancias pr\u00e1ticas para gestores de EHS:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Contratos vigentes precisam ser revistos.<\/strong>\u00a0Fornecedores que operavam com m\u00f3dulo te\u00f3rico a dist\u00e2ncia n\u00e3o atendem mais ao requisito. Certificados emitidos nesse formato ap\u00f3s a vig\u00eancia do item ficam vulner\u00e1veis em fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>O planejamento de turmas muda.<\/strong>\u00a0Presencial significa mobiliza\u00e7\u00e3o de instrutor, sala, estrutura de pr\u00e1tica e afastamento simult\u00e2neo de trabalhadores da opera\u00e7\u00e3o. Em plantas com turnos, isso precisa entrar no calend\u00e1rio com anteced\u00eancia \u2014 especialmente quando o vencimento do peri\u00f3dico de v\u00e1rias equipes se concentra no mesmo m\u00eas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Vale notar a assimetria: a\u00a0<em>supervis\u00e3o<\/em>\u00a0do trabalho em altura pode, pelo gloss\u00e1rio da norma, ser presencial, semipresencial ou remota. O\u00a0<em>treinamento<\/em>, n\u00e3o.<\/p>\n<h2>Validade do treinamento e quando refazer antes do prazo<\/h2>\n<p>A NR-35 n\u00e3o fala em &#8220;validade de certificado&#8221; \u2014 fala em\u00a0<strong>periodicidade de treinamento<\/strong>. O item 35.4.2.2 estabelece treinamento peri\u00f3dico\u00a0<strong>a cada dois anos<\/strong>. Na pr\u00e1tica de gest\u00e3o, isso equivale a tratar a capacita\u00e7\u00e3o como v\u00e1lida por 24 meses, contados da conclus\u00e3o do \u00faltimo treinamento.<\/p>\n<p>H\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que o treinamento precisa ser refeito antes do prazo. Elas est\u00e3o na NR-01, item 1.7.1.2.3, que define o\u00a0<strong>treinamento eventual<\/strong>:<\/p>\n<ul>\n<li>mudan\u00e7a nos procedimentos, condi\u00e7\u00f5es ou opera\u00e7\u00f5es de trabalho que implique altera\u00e7\u00e3o dos riscos ocupacionais;<\/li>\n<li>ocorr\u00eancia de acidente grave ou fatal que indique a necessidade de novo treinamento;<\/li>\n<li>retorno de afastamento ao trabalho por per\u00edodo superior a\u00a0<strong>180 dias<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Aten\u00e7\u00e3o a este \u00faltimo item, porque \u00e9 fonte de erro recorrente: muito material ainda cita 90 dias de afastamento. Esse prazo constava do antigo item 35.3.3 &#8220;c&#8221; da NR-35,\u00a0<strong>revogado pela Portaria SEPRT n\u00ba 915\/2019<\/strong>. O prazo vigente \u00e9 de 180 dias, pela NR-01. Nada impede que a empresa adote crit\u00e9rio mais rigoroso no seu procedimento interno \u2014 mas o requisito legal \u00e9 esse.<\/p>\n<h3>Aproveitamento de treinamento de outra empresa<\/h3>\n<p>Quando um trabalhador chega com certificado emitido por empregador anterior, a NR-01 permite\u00a0<strong>convalidar ou complementar<\/strong>\u00a0o treinamento (item 1.7.7). A avalia\u00e7\u00e3o deve considerar as atividades desenvolvidas na organiza\u00e7\u00e3o anterior, as que ele desempenhar\u00e1 agora, o conte\u00fado e a carga hor\u00e1ria cumpridos, o conte\u00fado e a carga hor\u00e1ria exigidos e a condi\u00e7\u00e3o de que o \u00faltimo treinamento tenha ocorrido dentro do prazo de dois anos.<\/p>\n<p>Ou seja: certificado v\u00e1lido de terceiro\u00a0<strong>n\u00e3o \u00e9 automaticamente aceito<\/strong>, mas tamb\u00e9m n\u00e3o obriga a refazer tudo do zero. \u00c9 uma decis\u00e3o t\u00e9cnica do respons\u00e1vel pelo treinamento, e ela precisa estar registrada.<\/p>\n<p>H\u00e1 ainda o aproveitamento de conte\u00fados dentro da mesma organiza\u00e7\u00e3o (item 1.7.6), com uma regra que costuma passar despercebida: quando se aproveita conte\u00fado de treinamento anterior,\u00a0<strong>a validade do novo treinamento passa a contar da data do treinamento mais antigo aproveitado<\/strong>\u00a0(item 1.7.6.1.1). Isso encurta o ciclo e precisa ser considerado no controle de vencimentos.<\/p>\n<h2>Quem pode ministrar o treinamento de NR-35<\/h2>\n<p>O item 35.4.3 \u00e9 a \u00fanica regra sobre o assunto, e sua reda\u00e7\u00e3o importa palavra por palavra: &#8220;Os treinamentos devem ser ministrados por\u00a0<strong>instrutores com comprovada profici\u00eancia no assunto<\/strong>, sob a responsabilidade de\u00a0<strong>profissional qualificado ou legalmente habilitado em seguran\u00e7a no trabalho<\/strong>.&#8221;<\/p>\n<p>S\u00e3o dois pap\u00e9is distintos, e confundi-los \u00e9 o erro mais comum do mercado.<\/p>\n<h3>O instrutor: o que \u00e9 &#8220;profici\u00eancia comprovada&#8221;<\/h3>\n<p>O gloss\u00e1rio da NR-35 define profici\u00eancia como &#8220;compet\u00eancia, aptid\u00e3o, capacita\u00e7\u00e3o e habilidade aliadas \u00e0 experi\u00eancia profissional, comprovadas por meio de diplomas, registro na carteira de trabalho, contratos espec\u00edficos na \u00e1rea em quest\u00e3o ou outros documentos&#8221;.<\/p>\n<p>E acrescenta uma observa\u00e7\u00e3o que resolve boa parte da confus\u00e3o: &#8220;A comprovada profici\u00eancia no assunto\u00a0<strong>n\u00e3o significa forma\u00e7\u00e3o em curso espec\u00edfico<\/strong>, mas habilidades, experi\u00eancia e conhecimentos capazes de ministrar os ensinamentos referentes aos t\u00f3picos abordados nos treinamentos.&#8221;<\/p>\n<p>Consequ\u00eancias diretas:<\/p>\n<ul>\n<li>N\u00e3o existe exig\u00eancia legal de &#8220;curso de forma\u00e7\u00e3o de instrutor de NR-35&#8221;. Cursos assim existem e ajudam a estruturar a did\u00e1tica, mas n\u00e3o s\u00e3o requisito da norma.<\/li>\n<li>A profici\u00eancia precisa ser\u00a0<strong>documentada<\/strong>. Diploma, registro em carteira, contratos na \u00e1rea, certifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e hist\u00f3rico de atua\u00e7\u00e3o s\u00e3o os meios que a pr\u00f3pria norma cita.<\/li>\n<li>A profici\u00eancia \u00e9\u00a0<strong>por t\u00f3pico<\/strong>. Um profissional pode ter profici\u00eancia comprovada em sistemas de ancoragem e n\u00e3o t\u00ea-la em t\u00e9cnicas de resgate \u2014 situa\u00e7\u00e3o comum, resolvida com mais de um instrutor no mesmo treinamento.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>O respons\u00e1vel t\u00e9cnico<\/h3>\n<p>O treinamento inteiro corre sob a responsabilidade de\u00a0<strong>profissional qualificado ou legalmente habilitado em seguran\u00e7a no trabalho<\/strong>. A norma define os dois termos:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Profissional legalmente habilitado<\/strong>: trabalhador previamente qualificado e com\u00a0<strong>registro no competente conselho de classe<\/strong>\u00a0\u2014 o caso do engenheiro de seguran\u00e7a do trabalho, com registro no CREA.<\/li>\n<li><strong>Trabalhador qualificado<\/strong>: aquele que comprove conclus\u00e3o de curso espec\u00edfico para sua atividade em institui\u00e7\u00e3o reconhecida pelo sistema oficial de ensino \u2014 o caso do t\u00e9cnico de seguran\u00e7a do trabalho com curso t\u00e9cnico conclu\u00eddo e registro profissional.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Na pr\u00e1tica, isso significa que\u00a0<strong>o t\u00e9cnico de seguran\u00e7a do trabalho pode ministrar e responder por treinamento de NR-35<\/strong>, dentro das atribui\u00e7\u00f5es da sua forma\u00e7\u00e3o. Quando o treinamento envolve avalia\u00e7\u00e3o de sistemas de ancoragem, dimensionamento, laudos ou defini\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es de engenharia, a responsabilidade t\u00e9cnica recai sobre profissional legalmente habilitado, com registro em conselho \u2014 e, a\u00ed sim, com ART.<\/p>\n<h3>Quem assina o certificado<\/h3>\n<p>A NR-01, no item 1.7.1.1, define quem assina: o certificado deve conter, entre outros elementos, o\u00a0<strong>nome e a qualifica\u00e7\u00e3o dos instrutores<\/strong>\u00a0e a\u00a0<strong>assinatura do respons\u00e1vel t\u00e9cnico do treinamento<\/strong>. Tamb\u00e9m exige o nome e a assinatura do pr\u00f3prio trabalhador.<\/p>\n<p>Ministrar e assinar, portanto, podem ser atos de pessoas diferentes. Quem assina como respons\u00e1vel t\u00e9cnico assume a responsabilidade profissional pelo conte\u00fado, pela avalia\u00e7\u00e3o e pela adequa\u00e7\u00e3o do treinamento \u2014 inclusive perante o conselho de classe, quando for profissional habilitado.<\/p>\n<h3>Treinamento interno ou contratado?<\/h3>\n<p>A norma n\u00e3o exige empresa externa. Uma organiza\u00e7\u00e3o com SESMT estruturado pode conduzir o treinamento internamente, desde que re\u00fana instrutor com profici\u00eancia comprovada, respons\u00e1vel t\u00e9cnico, estrutura para a parte pr\u00e1tica e o registro documental completo.<\/p>\n<p>A contrata\u00e7\u00e3o externa costuma fazer sentido quando a empresa n\u00e3o tem estrutura de pr\u00e1tica, quando o volume n\u00e3o justifica manter a compet\u00eancia interna, quando se busca independ\u00eancia t\u00e9cnica na avalia\u00e7\u00e3o, ou quando o treinamento precisa ser conectado a um trabalho maior de adequa\u00e7\u00e3o \u2014 invent\u00e1rio de acessos, revis\u00e3o de procedimentos e dimensionamento de sistemas de prote\u00e7\u00e3o. Nesse \u00faltimo caso, treinar sem antes mapear tende a produzir capacita\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica.<\/p>\n<h2>O certificado de NR-35: o que deve constar<\/h2>\n<p>Aqui h\u00e1 outra corre\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. O item da NR-35 que definia o conte\u00fado do certificado \u2014 o antigo 35.3.7 \u2014 foi\u00a0<strong>revogado<\/strong>. Hoje a exig\u00eancia est\u00e1 na NR-01, item 1.7.1.1, que se aplica aos treinamentos de todas as normas regulamentadoras.<\/p>\n<p>O certificado deve conter:<\/p>\n<ul>\n<li>nome\u00a0<strong>e assinatura do trabalhador<\/strong>;<\/li>\n<li>conte\u00fado program\u00e1tico;<\/li>\n<li>carga hor\u00e1ria;<\/li>\n<li>data e local de realiza\u00e7\u00e3o do treinamento;<\/li>\n<li>nome e qualifica\u00e7\u00e3o dos instrutores;<\/li>\n<li>assinatura do respons\u00e1vel t\u00e9cnico do treinamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Quando houver aproveitamento de conte\u00fado de treinamento anterior, o certificado deve registrar o conte\u00fado aproveitado e a data em que ele foi realizado (item 1.7.6.1).<\/p>\n<p>Duas obriga\u00e7\u00f5es complementares fecham o ciclo: o certificado deve ser\u00a0<strong>disponibilizado ao trabalhador<\/strong>, com c\u00f3pia arquivada na organiza\u00e7\u00e3o (item 1.7.3), e a capacita\u00e7\u00e3o deve ser\u00a0<strong>consignada nos documentos funcionais<\/strong>\u00a0do empregado (item 1.7.4). Esta \u00faltima \u00e9 a que mais falta em auditoria \u2014 a empresa tem o certificado na pasta do treinamento, mas n\u00e3o registrou a capacita\u00e7\u00e3o no cadastro funcional.<\/p>\n<p>N\u00e3o existe modelo gr\u00e1fico oficial, nem numera\u00e7\u00e3o ou registro em \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico. Certificado digital \u00e9 aceito, desde que contenha todos os elementos exigidos e seja verific\u00e1vel. E n\u00e3o existe &#8220;certificado NR-35 emitido pelo Minist\u00e9rio do Trabalho&#8221; \u2014 a emiss\u00e3o \u00e9 sempre de quem ministrou, sob responsabilidade t\u00e9cnica.<\/p>\n<h2>Como comprovar profici\u00eancia do trabalhador em auditoria<\/h2>\n<p>Em fiscaliza\u00e7\u00e3o ou auditoria de contratante, o certificado sozinho raramente basta. A comprova\u00e7\u00e3o robusta \u00e9 um conjunto:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Certificado<\/strong>\u00a0com todos os elementos do item 1.7.1.1 da NR-01.<\/li>\n<li><strong>Registro da avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0te\u00f3rica e pr\u00e1tica, com resultado. Trabalhador que n\u00e3o foi aprovado n\u00e3o \u00e9 trabalhador capacitado \u2014 o item 35.4.2 fala em &#8220;submetido e aprovado&#8221;.<\/li>\n<li><strong>ASO<\/strong>\u00a0com aptid\u00e3o espec\u00edfica para trabalho em altura consignada (item 35.4.4.1).<\/li>\n<li><strong>Autoriza\u00e7\u00e3o formal<\/strong>\u00a0registrada nos documentos funcionais, com a abrang\u00eancia identific\u00e1vel (itens 35.4.1.3 e 35.4.1.3.1).<\/li>\n<li><strong>Documenta\u00e7\u00e3o de profici\u00eancia do instrutor<\/strong>\u00a0e identifica\u00e7\u00e3o do respons\u00e1vel t\u00e9cnico.<\/li>\n<li><strong>Controle de vencimentos<\/strong>\u00a0do peri\u00f3dico e registro dos treinamentos eventuais.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Toda essa documenta\u00e7\u00e3o precisa ser arquivada por, no m\u00ednimo,\u00a0<strong>5 anos<\/strong>\u00a0\u2014 prazo do item 35.3.1 &#8220;j&#8221; da NR-35, salvo disposi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica em outra norma. E precisa estar dispon\u00edvel de imediato: em fiscaliza\u00e7\u00e3o, documento que existe mas n\u00e3o \u00e9 localizado tem, na pr\u00e1tica, o mesmo efeito de documento inexistente.<\/p>\n<p>Uma observa\u00e7\u00e3o sobre experi\u00eancia pr\u00e9via:\u00a0<strong>ela n\u00e3o substitui o treinamento<\/strong>. A NR-35 n\u00e3o prev\u00ea dispensa de capacita\u00e7\u00e3o por tempo de casa ou por hist\u00f3rico profissional. Vinte anos de campo sem treinamento formal e sem avalia\u00e7\u00e3o registrada significam trabalhador n\u00e3o capacitado para efeito da norma.<\/p>\n<h2>Como contratar o treinamento para a equipe industrial<\/h2>\n<p>Um processo de contrata\u00e7\u00e3o que resiste a auditoria segue seis passos:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Mapeie antes de cotar.<\/strong>\u00a0Quantas pessoas, em quais fun\u00e7\u00f5es, acessando quais pontos, com quais sistemas de prote\u00e7\u00e3o. Sem isso, voc\u00ea compra curso padronizado e recebe capacita\u00e7\u00e3o gen\u00e9rica.<\/li>\n<li><strong>Defina o formato.<\/strong>\u00a0Turma aberta ou in company \u2014 mas, desde 2026, sempre presencial. In company costuma ser o \u00fanico formato vi\u00e1vel quando o conte\u00fado precisa refletir os acessos reais da planta.<\/li>\n<li><strong>Confirme a carga hor\u00e1ria e o conte\u00fado<\/strong>\u00a0contra os sete itens do 35.4.2.1, mais a utiliza\u00e7\u00e3o segura de escadas de uso individual exigida pelo Anexo III.<\/li>\n<li><strong>Pe\u00e7a a documenta\u00e7\u00e3o do instrutor e do respons\u00e1vel t\u00e9cnico<\/strong>\u00a0antes de fechar. Profici\u00eancia comprovada \u00e9 requisito da norma e precisa vir por escrito, n\u00e3o por reputa\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Verifique a estrutura da parte pr\u00e1tica.<\/strong>\u00a0Se a planta n\u00e3o tem estrutura para exerc\u00edcio com ancoragem real, o fornecedor precisa deslocar equipamento ou usar local externo. Isso muda escopo e pre\u00e7o, e precisa estar no contrato.<\/li>\n<li><strong>Formalize o cronograma de turmas respeitando a periodicidade bienal<\/strong>\u00a0e a opera\u00e7\u00e3o. Concentrar todos os vencimentos no mesmo m\u00eas cria um gargalo que se repete a cada dois anos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Sobre custo, n\u00e3o h\u00e1 valor de refer\u00eancia confi\u00e1vel e est\u00e1vel: ele varia com o n\u00famero de trabalhadores, o formato, o deslocamento do instrutor, a estrutura necess\u00e1ria para a pr\u00e1tica e o grau de personaliza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado. Comparar propostas exige que todas descrevam esses cinco itens \u2014 caso contr\u00e1rio, voc\u00ea compara n\u00fameros que medem coisas diferentes.<\/p>\n<p>O ponto de decis\u00e3o econ\u00f4mica, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 o pre\u00e7o do curso. \u00c9 o custo evitado: afastamento por queda, a\u00e7\u00e3o regressiva do INSS, impacto no FAP, paralisa\u00e7\u00e3o de \u00e1rea, autua\u00e7\u00e3o por trabalhador exposto e desqualifica\u00e7\u00e3o em auditoria de cliente. A capacita\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das poucas exig\u00eancias da NR-35 cujo custo \u00e9 pequeno diante do que ela previne.<\/p>\n<h2>Perguntas frequentes sobre o treinamento de NR-35<\/h2>\n<h3>Qual \u00e9 a carga hor\u00e1ria do treinamento de NR-35?<\/h3>\n<p>M\u00ednimo de\u00a0<strong>8 horas<\/strong>\u00a0para o treinamento inicial (item 35.4.2.1) e m\u00ednimo de\u00a0<strong>8 horas<\/strong>\u00a0para o peri\u00f3dico, realizado a cada dois anos (item 35.4.2.2). O treinamento eventual tem carga hor\u00e1ria definida conforme a situa\u00e7\u00e3o que o motivou.<\/p>\n<h3>O treinamento de NR-35 pode ser feito online?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. O item 35.4.5, inserido pela Portaria MTE n\u00ba 1.259\/2026, exige a\u00a0<strong>modalidade presencial<\/strong>\u00a0para os treinamentos inicial, peri\u00f3dico e eventual. Material digital pode ser usado como apoio, sem substituir a carga hor\u00e1ria obrigat\u00f3ria.<\/p>\n<h3>Qual \u00e9 a validade do treinamento de trabalho em altura?<\/h3>\n<p>A norma estabelece\u00a0<strong>treinamento peri\u00f3dico a cada dois anos<\/strong>. Al\u00e9m do prazo regular, \u00e9 preciso realizar treinamento eventual quando houver mudan\u00e7a nos procedimentos, condi\u00e7\u00f5es ou opera\u00e7\u00f5es que altere os riscos, quando ocorrer acidente grave ou fatal que indique a necessidade, e ap\u00f3s afastamento superior a\u00a0<strong>180 dias<\/strong>.<\/p>\n<h3>Depois de quantos dias de afastamento o trabalhador precisa refazer o treinamento?<\/h3>\n<p>180 dias, conforme o item 1.7.1.2.3 &#8220;c&#8221; da NR-01. O prazo de 90 dias, ainda muito citado, vinha do antigo item 35.3.3 &#8220;c&#8221; da NR-35, revogado em 2019.<\/p>\n<h3>Quem pode ministrar o treinamento de NR-35?<\/h3>\n<p>Instrutores com\u00a0<strong>profici\u00eancia comprovada no assunto<\/strong>, sob a responsabilidade de profissional qualificado ou legalmente habilitado em seguran\u00e7a do trabalho (item 35.4.3). O gloss\u00e1rio da norma esclarece que profici\u00eancia n\u00e3o exige forma\u00e7\u00e3o em curso espec\u00edfico, e sim habilidades, experi\u00eancia e conhecimentos comprovados por diplomas, registro em carteira, contratos na \u00e1rea ou outros documentos.<\/p>\n<h3>T\u00e9cnico de seguran\u00e7a do trabalho pode dar o treinamento de NR-35?<\/h3>\n<p>Sim, dentro das atribui\u00e7\u00f5es da sua forma\u00e7\u00e3o, tanto como instrutor quanto como respons\u00e1vel t\u00e9cnico \u2014 ele se enquadra como profissional qualificado em seguran\u00e7a do trabalho. Quando o escopo envolve projeto, dimensionamento ou laudo de sistemas de prote\u00e7\u00e3o, a responsabilidade recai sobre profissional legalmente habilitado, com registro em conselho de classe.<\/p>\n<h3>\u00c9 preciso ter curso de forma\u00e7\u00e3o de instrutor para dar NR-35?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. O gloss\u00e1rio da NR-35 afirma expressamente que a profici\u00eancia comprovada &#8220;n\u00e3o significa forma\u00e7\u00e3o em curso espec\u00edfico&#8221;. O que a norma exige \u00e9 comprova\u00e7\u00e3o documental de habilidade, experi\u00eancia e conhecimento, al\u00e9m da responsabilidade de profissional qualificado ou legalmente habilitado.<\/p>\n<h3>Quem assina o certificado de NR-35?<\/h3>\n<p>O\u00a0<strong>respons\u00e1vel t\u00e9cnico do treinamento<\/strong>, conforme o item 1.7.1.1 da NR-01. O certificado tamb\u00e9m deve trazer o nome e a qualifica\u00e7\u00e3o dos instrutores e o nome e a assinatura do trabalhador.<\/p>\n<h3>O que deve constar no certificado?<\/h3>\n<p>Nome e assinatura do trabalhador, conte\u00fado program\u00e1tico, carga hor\u00e1ria, data, local de realiza\u00e7\u00e3o, nome e qualifica\u00e7\u00e3o dos instrutores e assinatura do respons\u00e1vel t\u00e9cnico. Havendo aproveitamento de treinamento anterior, o conte\u00fado aproveitado e sua data tamb\u00e9m precisam constar.<\/p>\n<h3>Existe curso de supervisor de trabalho em altura de 40 horas exigido pela NR-35?<\/h3>\n<p>N\u00e3o. A NR-35 n\u00e3o cria curso de supervisor com carga hor\u00e1ria pr\u00f3pria: ela define a supervis\u00e3o como um ato e determina que sua forma seja estabelecida pela an\u00e1lise de risco. As 40 horas correspondem ao Supervisor de Entrada em espa\u00e7o confinado, exigidas pela NR-33.<\/p>\n<h3>Certificado emitido por outra empresa vale na minha?<\/h3>\n<p>Pode ser convalidado ou complementado, conforme o item 1.7.7 da NR-01, avaliando as atividades anteriores e as atuais, o conte\u00fado e a carga hor\u00e1ria cumpridos e exigidos, e desde que o \u00faltimo treinamento tenha ocorrido dentro do prazo de dois anos. A decis\u00e3o \u00e9 t\u00e9cnica e precisa ser registrada \u2014 a aceita\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 autom\u00e1tica.<\/p>\n<h3>Quem trabalha em altura precisa de exame m\u00e9dico espec\u00edfico?<\/h3>\n<p>Sim. A avalia\u00e7\u00e3o de sa\u00fade segue a NR-07, em especial o item 7.5.3, considerando patologias capazes de originar mal s\u00fabito e queda, al\u00e9m dos fatores psicossociais. A aptid\u00e3o para trabalho em altura deve estar consignada no atestado de sa\u00fade ocupacional.<\/p>\n<h2>Estruturar a capacita\u00e7\u00e3o junto com a adequa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Treinamento isolado resolve um requisito. Treinamento conectado ao invent\u00e1rio de acessos, aos procedimentos operacionais, ao dimensionamento dos sistemas de prote\u00e7\u00e3o e ao plano de resgate resolve o programa \u2014 e \u00e9 isso que sustenta uma fiscaliza\u00e7\u00e3o ou uma auditoria de cliente.<\/p>\n<p>A Exato Solu\u00e7\u00f5es Ocupacionais e Ambientais estrutura programas de trabalho em altura para opera\u00e7\u00f5es industriais, sob responsabilidade t\u00e9cnica do engenheiro Paulo Cassim (CREA-SP 5061290894), com registro nacional de profissional 2602154164. Conhe\u00e7a o escopo de\u00a0<a href=\"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/empresa-de-seguranca-do-trabalho\">atua\u00e7\u00e3o em conformidade e seguran\u00e7a do trabalho para a ind\u00fastria<\/a>, ou fale com a equipe pelo telefone\u00a0<strong>(16) 99788-8750<\/strong>\u00a0e pelo e-mail\u00a0<strong>contato@consultoriaexato.com.br<\/strong>.<\/p>\n<p>Em plantas que operam medidores nucleares de n\u00edvel e densidade instalados em silos, chutes e tubula\u00e7\u00f5es, o acesso em altura para inspe\u00e7\u00e3o e teste de fuga envolve, ao mesmo tempo, trabalhador autorizado pela NR-35 e indiv\u00edduo ocupacionalmente exposto sob as regras da CNEN \u2014 com programa de treinamento e monitoramento pr\u00f3prio, detalhado na p\u00e1gina de\u00a0<a href=\"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/supervisor-de-radioprotecao\">supervis\u00e3o e assessoria em radioprote\u00e7\u00e3o para medidores nucleares<\/a>.<\/p>\n<p>Quando as equipes treinadas tamb\u00e9m executam amostragem em chamin\u00e9s, inspe\u00e7\u00e3o de sistemas de controle de polui\u00e7\u00e3o e coleta em pontos elevados, vale planejar a capacita\u00e7\u00e3o em altura junto com o calend\u00e1rio das campanhas de\u00a0<a href=\"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/consultoria-ambiental\">monitoramento e conformidade ambiental da planta<\/a>\u00a0\u2014 do contr\u00e1rio, o acesso acaba improvisado no dia da coleta.<\/p>\n<h2>Conte\u00fado relacionado<\/h2>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/o-que-diz-a-nr-35\/\">NR-35: o que diz, o que exige e o escopo da norma<\/a>\u00a0\u2014 para ver onde a capacita\u00e7\u00e3o se encaixa no conjunto da norma.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/quem-pode-realizar-trabalho-em-altura\/\">Quem pode realizar trabalho em altura e o que precede a atividade<\/a>\u00a0\u2014 para a autoriza\u00e7\u00e3o formal que depende do treinamento.<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/treinamentos-obrigatorios-de-seguranca-do-trabalho\/\">Treinamentos obrigat\u00f3rios: certificado, prazos e aproveitamento<\/a>\u00a0\u2014 para as regras gerais de certificado e prazo que valem para qualquer treinamento obrigat\u00f3rio.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tudo o que a norma cobra do treinamento de trabalho em altura \u2014 carga hor\u00e1ria, periodicidade, requisitos do instrutor, conte\u00fado do certificado e a nova exig\u00eancia de modalidade presencial.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":52,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[18,24,20,7,21,22,8,23],"class_list":["post-51","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-trabalho-em-altura","tag-carga-horaria","tag-certificado-nr-35","tag-instrutor","tag-nr-35","tag-proficiencia","tag-reciclagem","tag-trabalho-em-altura","tag-treinamento-nr-35"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":64,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51\/revisions\/64"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/52"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/consultoriaexato.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}